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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Fernando Pessoa – Tudo é bom e tudo é puro quando a nossa alma pura se encontra

Sinto que estás aqui presente para falar, e contar todas aquelas caminhadas por donde passaste e o que fizeste, serão lembradas por todos nós e passadas para que os outros possam ver que do outro lado espiritual nos podem falar, nos podem ensinar, nos podem fazer ver as coisas que todos gostam, mais tarde servem para comentar e ver que as pessoas conseguem deixar ficar e passar aos outros comentários que em tempos remotos por donde passei e caminhei, haviam grandes esperanças ainda de encontrar coisas maravilhosas que ficaram por falar e dizer todos nós nos amamos e continuamos a amar sermos capazes de deixar divulgar mensagens essas que nós acabamos todos juntos comentar, falamos uns com os outros e que as possamos todos divulgar.

Certos tempos que já lá vão, países distantes por donde caminhei e passei, como navegador me tornei, sou um homem de palavra, fui um homem de bem, um homem que escreveu e que deixou ficar mensagens que a todos ainda hoje convém, com elas tenham, com elas discutem e com elas sabem que podem fazer coisas de ensinamento, obras deixei, obras vão continuar a fazer com novos instrumentos que encontram em certos sítios de pesquisa e que as divulgam. Serão capazes, eles, de fazer outra obra semelhante àquela que eu deixei e que escrevi? Não conseguem, porque a razão não os deixa apenas são instrumentos querem utilizar e aonde está a sabedoria que eu tanto fiz para que pudesse ser a pessoa que me tornei, o homem mais ou menos feliz, mas sim, consegui mesmo na escuridão fazer coisas que eram proibidas no tempo de então.
Outrora, lembrando sempre a terras de São Julião, o conquistador que por elas passou, terras distantes alheias que muitos lutaram por elas e assim se tornaram os donos, consegui sim também ver tudo isso e sobre isso escrever, deixar as mensagens que todos os consigam ver e ler. Agora só resta mesmo é deixar novamente outra mensagem aonde consigam ver que a minha presença existe em todas aquelas palavras que eu vou deixando, para que as possam escrever e com elas fazer entender que por muito que façam, estejam ainda muito mais por fazer, não é tão simples quanto pensam que falar como eu falo e dizer que a voz só têm, quando conseguem falar comigo e os deixar entender que a minha presença é tão forte naquilo que eu dou, e naquilo que faço, para que consigam, me ver, eu dou a ler.

Eu escrevo esta mensagem para vós que me estais a ouvir e a possais dar a ver e a ler a todos aqueles que queiram e ainda tenham fé, que deste lado espiritual isso existe e eu consigo chegar a todos aqueles que ainda acreditam.
São Julião, foi um homem forte daquela nação, aonde transgrediu, também fez coisas menos boas, mas uma energia forte o levou e aonde se foi purificando no tempo e assim cá estamos e relembrar a nossa história para que possamos dar a história verdadeira de todos os escritos, de todos os livros, de tudo que está a ser divulgado, encontrem sempre alguma palavra diferente, onde possam o sentir, a minha presença, e o amor, e a força positiva, seja a roda, o círculo, e a seta, o indicador, na vossa força.

Nem só de poemas vive o homem, mas uma boa conversa faz-nos bem, dá-nos força, dá-nos energia, e nos dá também amizade verdadeira, onde nos sentimos bem, aonde conquistamos os nossos tempos perdidos. Fiz muitas coisas e deixei muitas por fazer, aos bocados estou a reparar algumas dessas coisas. Tudo é bom e tudo é puro quando a nossa alma pura se encontra. Poemas, mais poemas, assim fiquei conhecido pelo poeta, astrólogo, e outras coisas mais, foi a herança que me deixaram ficar, a herança de um menino exemplar, que sofreu tornando-se homem. Amo e continuo a amar. Eu sou Fernando Pessoa.

Falai de Julião!

Julião, São Julião, seu nome, sua passagem só numa nação ficou escrito, nos tempos de então, que bandeira erguida se tornou famosa em terras longínquas, Angola seu nome. Foi-lhe dada luta e a batalha por ela, onde ele trabalhou, onde tudo fez, aonde veio e é lembrado depois de então, em muitos países, e numa aldeia bem pequena se lhe dão o nome de Julião.
Fugido veio, para ajudar os outros que nele depositaram confiança. Era um mestre da força da fé. Seu nome por muitos é lembrado, por aqueles que acreditam, e passou, e deixou ficar aldeias, a sua imagem de fé. São Julião em serras Fermil, batalhas travou e por terras, muitas terras, ele conquistou.

Uma delas aonde o seu nome ficou, por ali ele andou mais tempo, ele conseguiu dar e deixar lá ficar ainda sementes dos tempos de outrora, Aveiro foi o seu trono, onde ficou, aonde suas cinzas deixou. Foi o reconquistador e foi o homem de luta, sofrimento, torturas, mas conseguiu chegar aos outros com a sua mensagem, com a sua dor e dele entender que ajuda, fé e a caridade.
Com todas essas palavras de fé, nos podem ajudar a conquistar a batalha que tens pela frente, dura, ardente, de dor, é semelhante, algumas delas que eu consegui ultrapassar com a minha fé. E com todos os pedidos que têm chegado, nós vamos-te ajudar a ultrapassares, e a tua esperança seja forte e consigas mante-la sempre no bom lugar.

Te é dada a força, te é dado o amor. Tudo é feito como aquilo que fazes e dás com amor. Que a fé te siga e nunca abandones e que o amor te torne mais fiel àqueles que amas. Serás amado, protegido por palavras tão pequenas e tão simples, com as palavras que vais ouvindo nos dias, todos os dias, ao acordar. Assim sejas ajudado e nós continuamos por vós a orar. (231011)             

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Fernando Pessoa – O interesse da ciência, da sabedoria e da educação

Abrem-se as janelas, eu vejo tudo para lá do horizonte, aonde se formam linhas retas, verticais, horizontais e diagonais e se forma um círculo, com números, idade, mês, horas, tudo isso tem um círculo, aonde mostram todas as ideias formadas.
Um trabalho me foi dado, para mostrar que a mente poderá trabalhar, mostar a todos que nos queiram procurar. O interesse da ciência, da sabedoria e da educação, através de uma grande precisão, eu posso dizer, que fiz, trabalhei, honrar o poder, aquilo que me deram e distribuir por todos aqueles que me procuraram com a minha sabedoria e humildade, eu ajudei aqueles que acreditavam.
Me deram o que podiam, nunca fiz preço nenhum, porque tudo me foi dado. Muito têm falado, mas poucos acertam. Eu tenho passado momentos difíceis, nunca me deixam ficar um momento sossegado, sempre que podem utilizam tudo, mesmo tudo, vasculham mesmo aqueles documentos que deixei e muitos deles, pouco interesse tinham, e formam palavras que não eram as minhas.
O livro escrito, parte dele é verdadeiro. Escreveram para mostrar que do outro lado ainda existe poder e uma crença para todos aqueles que acreditam. Seja bem-vindo, ao mundo dos espíritos. Eu estou presente, para mostrar que a minha ausência nada significa para quem acredita. Falo, falo, mas continuo eu no meu lugar a me interrogar o porquê de tanto quererem saber e tantas perguntas fazer, se algumas ficaram escritas, mas muitas não as conseguem entender, são palavras difíceis, outras menos, mas com inteligência, sabedoria e humildade, conseguem descrever o que eu deixei ficar.
Letras difícil de entender, era um corridinho como era a minha vida, tanto mostrava da escrita como do meu pensamento, tudo me era dado a favor do meu tempo, assim pediste para te mostrar a verdade, a verdade sim, está escrita, fiz, tinha poderes para isso, utilizei em serviço dos outros e ajudando aqueles que me procuraram, procuravam.
É a esperança, é forte enquanto acreditamos e dizer aos outros que tudo será dado mediante aquilo que merecem. Leem um pouco para que a cultura nunca a esqueçam de ler, faz bem, nos ensina e nos movimenta a mente. Continuem com o vosso pensamento, continuem na esperança de encontrar, tudo existe aqui neste meio e neste lugar.
As portas se abriram, conforme se abrem, também se podem fechar, recolhendo o círculo da vida e da esperança, das linhas que tracei, te as estou a mostrar, são fatias fatiadas e cada uma, tem o seu poder, só pode seguir esse caminho quem tiver a força interior para o poder decifrar, não se aprende, não se dão aulas à semelhança daquilo que fazem, nos é dado, nos é mostrado, que nos deixam por esse circulo ou a corrente, rodar e dar sempre na intenção de poder ajudar.
Esta é a mensagem que eu vos deixo ficar. Querias saber se era verdadeiro, eu te deixo por mensagem, e retiro o meu chapéu a quem esse livro escreveu. Eu sou Fernando Pessoa.                            
A escrita traduz a corrente da sabedoria, vou partir com o espirito pleno de alegria. (080511)

terça-feira, 3 de maio de 2011

Fernando Pessoa – Esta carta te dou a escrever para que a possas ler

Esta carta te dou a escrever para que a possas ler. Poucas são as palavras que tens que escrever. Quem conhece, sabe o que elas querem dizer, palavras que andam para a frente, para trás, para o lado e todas elas vêm ao centro e vão parar do mesmo lado.

Escrever é uma forma de dizer aos outros e mostrar o nosso pensamento e aquilo que passa através do tempo, são apenas palavras que se cruzam e se dão aos outros para que as possam ler e descrever com a mesma força e garra que eu vos estou a dar para que vós possais fazer.

São essas aquelas que tenho neste momento para lembrar e dar ao conhecimento daqueles que as querem agarrar com as mãos que tem e com a alma que as segure e que aos outros todos vós e outros que virão nunca elas serão esquecidas por vós, sempre estarão à frente dos olhos que as devoram, da serpente que as levam e da corrente que as adoram.

São estas as palavras que eu vos deixo aqui mencionadas nesta carta que escrevo que será por vós lembrada, fazendo passar aos outros que nem só a alvorada trás das suas.

Passei o que tinha a passar e deixo ficar, lembrais-vos então de mim que neste lugar eu tenho pedido e vós de mim vos tendes lembrado.

Eu sou aquele que fui por uns amado e por outros um mal-amado. Fernando Pessoa (20411)

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Fernando Pessoa - Ninguém entende a minha escrita

Escrever não é fácil, dar a entender a perceber aos outros mais difícil é, mas quem escreve o que lhe vai na alma, não para mostrar aos outros, mas sim, para nós mesmos, aqueles que têm veia poeta vão escrevendo dia após dia, palavra após palavra, assim se vai juntando, se vai construindo as belas poesias que eu vou fazendo.

Ninguém entende a minha escrita, palavras simples, outras menos, mas as mais verdadeiras que me saem da alma é precisamente a simplicidade, muitos não entendem o que é isso e então estão só preparados para ouvir e ler as palavras que muitas das vezes são difíceis de entender.

Estou a falar porque sempre gostei de repartir e dar as palavras mais simples, aquelas que me ensinaram, a viver e conhecer todos aqueles que me queriam bem, uns menos, mas mesmo assim eu escrevi para todos eles. As minhas memórias, deixei ficar, continuam-se a lembrar, uns exigem demais, outros me amam, continuam a amar como sempre fui e sou neste belo lugar.

Estou a falar para vos dar a conhecer que nem de palavras difíceis nós conseguimos viver, viver é muito mais fácil com as palavras simples, que essas são as palavras que nos saem da alma e aquelas que nos vão correndo no nosso pensamento. A alma se abre para quem tem que abrir, mas também se fecha para aqueles que não sabem nem partilhar nem dividir, partilha essa não é fácil, dar, partilhar e amar é como escrever, quem escreve assim o faz com a partilha mais voraz de escrever em pensamento para que possam entender aquilo que muitos não são capazes.

Nunca te deixes desiludir por aquilo que possas ouvir, querem te tirar o teu encantamento e escreveres aquilo que eu te dou a escrever e que me vai no pensamento, escrevo e tenho feito as palavras mais simples, te tenho dado, para mostrar a todos aqueles que em mim nunca acreditaram.

Eu sou um poeta, daqueles poetas que nunca ninguém amou, aqueles que me amaram foi depois do meu trabalho de tanta luta que tive para escrever os poemas e dá-los a entender a todos aqueles que comigo se sentavam naqueles bancos de outrora, nós caminhava-mos e neles nos sentávamos na conversa de vai e vem, com a nossa escrita nós perguntávamos uns para os outros o porquê de tanto nos estarem a dar, a corrente que vinha e nós com ela podíamos continuar, era essa a força que eu tinha e que todos queriam saber, só que o meu destino era este de não poder dar a conhecer, mais tarde desconfiar, mas desconfiar não é certeza, pela razão a qual eu fui escolhido pela mãe natureza.

Nasci assim e assim cresci, com o dom dentro de mim, aquele que fui repartindo para quem acreditava em mim. Eu vou-vos deixar com uma palavra de amor dizendo e pedindo: nunca deixeis de orar nem de acreditar, deixai os outros falar, a inocência é nobre e a pobreza também, não tenhais vergonha nem da inocência nem da pobreza, porque elas nos dão forte alento e somos de uma grande nobreza. Fernando Pessoa. (060211)

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Fernando Pessoa - A minha alma deslumbra quando por mim chamam

A minha alma deslumbra quando por mim chamam.

Fico feliz porque me amam.

A resposta é aquela, todos conhecem.

O amor é aquele que nos engrandece.

Piedade divina, alimento nos dão.

O carinho, a saudade que levamos ao coração.

Três coisas são ditas quando há amor, lealdade.

Somos felizes, deixando ficar para trás toda a crueldade.

Arrogância a nada nos deixa chegar.

Dá azar a quem a tem, mas todos gostam de a dar.

Felizes aqueles que amam e a podem dar.

Distribuir por todos aquilo que nos é dado para ajudar.



Brevemente eu venho na esperança de ajudar os enfermos da alma. Estão todos prontos a partilhar. São mensagens divinas, vos dou deste lugar, escrevei-as para que outros possam ler e com elas ajudar.

Poeta é difícil, sofrimentos nos trás. O amor de escrever nos transmite a paz. Vamos com isto dizer que mesmo assim ainda sou capaz de mandar as mensagens e deixando-vos ficar em paz.

Pediste, aqui estou eu mais uma vez, é bom lembrar que deste lugar tão distante eu vos acompanho e vos amo e faço tudo por tudo para meus poemas escrever e os deixar ficar para muitos mais os possam ler. Fernando Pessoa.

Esse teu lugar onde te encontras é assim muito distante?

Distante é, mas perto se torna quando nos chamam, é porque nos amam e venho deixar ficar aquilo que deixei por acabar.

Conforme já disse…

É coração quente e o amor ardente. Tanto amei, não pude seguir em frente, com medo de sofrer e fazer sofrer os outros, assim deixei ficar a sofrer por tanto amar.

(230111)

Fernando Pessoa – O sonho para mim tem um valor imenso

O sonho para mim tem um valor imenso.

Dão-me forças dão-me alento ao meu pensamento.

Escrevo os meus poemas com palavras simples de entender.

Mostrando-vos a todos vós a vontade imensa de escrever.

Palavras todos escrevem alguma leva-as o vento.

As mais importantes são aquelas que nos ficam no pensamento.

Anjo amigo que nascestes num belo dia.

Dá-me um pouco da tua paz amor e alegria.

Tudo isso me faz falta neste momento difícil para poder caminhar.

Buscar forças que tanto desejo aqui neste lugar.

Olhando para o horizonte vejo uma enorme beleza.

Tudo o que a rodeia faz parte da natureza.

São Miguel Arcanjo santo sofredor

Limpa-nos o mal emergindo-te na dor.

(230111)

Fernando Pessoa – Poesia é aquilo que sentimos na alma quando ela vem

Poesia é aquilo que sentimos na alma quando ela vem.

Sentir a esperança de viver e partilhar com os outros também.

Um poeta é frágil só escreve aquilo que o deixam.

Roda a escrita sempre à volta do mesmo eixo.

A fantasia é grande, a verdade é salutar.

Escrever poesia nos ajuda a crescer a alma e nos ajudar.

Tantas vezes planeei jogar no fundo do mar.

Caminho esse que se abriu fechou, nunca mais o voltei a encontrar.

Quando se encontra alguém é mais fácil aventura, perdura o tempo que queremos.

E sonhamos com aquilo que temos.

Dar e repartir faz parte da vida.

Aquilo que temos, é fazer chegar alguém com aquilo que possamos dar a vida a continuar.

Semeei para mais tarde colher.

As sementes da vida que me ajudaram a viver.

Com lágrimas me deito, com as mesmas me levanto.

Faço por dar o meu melhor, pensando em tudo que fui sonhando.


(200111)

Fernando Pessoa – Amei, fui amado, com amor tão difícil

Foi engraçado!

Amei, fui amado, com amor tão difícil.

Tudo deixei ficar para traz com o meu nome, Fernando Nobre.

A justiça é lenta e o amor também.

Por mais que nos façam, nada adianta, porque o amor vai e vem.

Loucura e simpatia, todos nós temos.

O amor é rebeldia, por aquele sofremos.

Ternura e paciência vai e leva.

Nos traz para nosso meio aqueles a quem nós os amamos.

Mesmo com muito receio de não ser correspondido.

Tudo faz parte da vida.

Mas nada vem ao acaso, quando nos mostram a simpatia.

Que nos dão e nos levam e nos deixam ficar momentos de alegria.



Era isso que querias ouvir? Aqui me tens outra vez, te deixo ficar com um sorrir, para que me possas pedir para eu vir, mais vezes. Fernando Nobre.

Fernando Nobre! Ou Fernando Pessoa?

Tás atento, Fernando Pessoa.

Porquê Fernando Nobre?

É meu amigo, um poeta também, serviu-se muitas vezes da minha linguagem, para escrever e deixar ficar outros. As mensagens escritas têm que passar de mente em mente, para que nunca nos esqueçam e dar o conhecimento a todos aqueles que têm uma veia poetiza, nem todos a tem, é um dom que nos dão, temos que saber aproveitar e seguir em frente e escrever mesmo que nós estejamos ausentes. Lembram-se de nós e nunca nos esquecerão. (160111)

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Fernando Pessoa – Notícias de minha existência para além daquilo que fui

É tão bom continuar a expor a minha sabedoria, continuar a dar a conhecer para quem a queira compreender. Eu venho por estas palavras anunciar que estou de volta, para lembrar a quem me ama, que o mundo só nos pode trazer luta, revolta, que é transitória dum momento para o outro, vamos conquistando a vitória e lembrar-nos que seremos unidos com a conquista da nossa glória.



Patriotas que conheceis a terra de todas as nações.

Aonde nos podemos unir e caminharmos para à frente abrindo os nossos corações.

Como irmão estou presente, para dar o meu conhecimento.

Esta verdade de estar ausente, mas sempre serei o poeta.



Quem sou eu, perguntas tu. Querendo saber a verdade neste momento te trago as notícias de minha existência para além daquilo que fui. Continuo a ser e sempre irei dar o meu conhecimento a todos aqueles que o queiram entender, mas a poucos darei a minha obra a escrever, para isso tenho que ter confiança.

Vou pôr, vou pôr nas mãos de quem me entende, passar a escrever os meus poemas para que a luz continue a brilhar e dar a conhecer a todos aqueles que gostam e continuem de mim falar, eu sou Fernando Pessoa.

Vou-me embora por hoje, por um instante não vou-me embora, vou-me embora na semelhança de encontrar no caminho quem me queira entender, levar para outro a mensagem que deixo ficar, para convosco a consigam escrever e a poderem passar.

Orar irmãos é verdade, tudo isso nos faz falta neste cantinho aonde me encontro, que é bom, onde me guardam todas as minhas palavras, todas as minhas palavras foram escritas para que eu possa recorda-las como sempre eu as escrevi, agora passo-as a ter com mais força, mais sabedoria e dar a entender a todos aqueles que as queiram voltar a ler, não vou repetir mais, porque tudo o que é demais não pode acabar bem, mais vale pouco do que o muito e não poder satisfazer ninguém.

Orar, orar também é o que eu faço, escrevo as minhas orações, irei divulga-las dentro de alguns dias, para que sejam divulgadas também. (291210)

Fernando Pessoa - Tudo o que tinha na mente

Tudo o que tinha na mente, não tive tempo de acabar.

Agora deste lado vou poder continuar.

A esperança é sólida e o mundo vai em vão.

Vamos todos unidos conquistar esta Nação.

Nação perdida, Nação valente, Nação que todos conhecem.

Todos ficam contente, porque muitos não aparecem.



Sou como sempre fui. Escrever é a minha razão, quero deixar ficar meu nome, todos no coração. Eu sou Fernando Pessoa.

Linguagem é aquela mais simples, ler é difícil, nós a tornamos para quem quer ler, sou um poeta, muitas frases, muitas delas, custam entender, são frases, vêm e vão, onde todos me conseguem perceber, belas mensagens, donde do horizonte com as cores mais belas trazem o amor.

Assim eu podia continuar sem parar, mas dar tudo de uma vez, não posso, não quero vos intoxicar. As minhas palavras são humildes, como sempre gostei de ser, tirava o chapéu e agradecia a todos aqueles que gostavam de ler.

Falar de mim nunca gostei, sou aquele que sou e aquele que continuo a ser, deste lado tenho paz, tanto procurei em a merecer, por hoje já chega, recebam sobretudo os dois esta mensagem, deixo para que a possas escrever. (261210)

Fernando Pessoa – Como é belo o dia de manhã

Como é belo o dia de manhã

Ao acordar me dá paz para meus poemas poder escrever

Fazer passar aos outros as mensagens do meu amanhecer



Acordar e sentir falar o que de lá vem

Acredito em tudo que oiço

Escrever me faz bem





Assim com este poema faço passar a todos a minha leitura, para que com ela possam sentir o que eu sinto ainda hoje neste lugar tão longínquo.

Assim vou facilmente dar a todos um pouco aquilo que sei, poesia com ela aprender a viver, ensinar ao mundo que tudo que eu escrevo tem uma razão de ser. Viver não é fácil, é preciso aprender amar, orar, ter áurea limpa e saber perdoar.

A poesia é algo que me dá força, energia, é uma substância ligada à fonte da vida, corrente forte e sincera que me une as mãos, faz olhar para o céu aberto, que me dá força a cada momento de escrever o que me vai no pensamento. (091210)

Fernando Pessoa – Angústia

Angústia faz-nos sofrer

Por ela todos nós passamos

Vamos deixa-la voar

Na esperança de um dia a poder encontrar


Tarde ou cedo esse dia chegará

Angústia termina

No dia em que tudo passará

A ser a razão do meu viver

(091210)

Fernando Pessoa - Nunca fui um bem-amado

O presente e o passado são duas coisas distintas.

Por mim lembrado, por mim escrito, por mim passado.

A alma me deu, a alma me leva.



Assim eu escrevi todos os meus poemas, são feitos pela escrita que a alma me ensinou, ensinar aos outros aquilo que sou.

Eu sou um poeta, um poeta que escreve os poemas com amor vindo da alma, faço lembrar os meus poemas que me ensinaram, que me deram força, entusiasmo de tanto escrever e ensinar todos os outros a caminhar.

Eu vivi na esperança de tudo encontrar no meu livro que eu escrevi com o meu nome, sempre a falar, falei e lembrei sempre na intenção deixar um dia ficar para que todos fossem ler, pudessem ver o meu nome sempre no meio de todas as palavras que me deram, para que um dia vós, todos aqueles que queiram seguir os meus poemas ditos com alegria e sofrimento.

Por vós agora reconhecidos e tão desprezado por outros eles foram, nunca acreditaram naquilo que sou e que sempre mostrei ser, um poeta que escreve as histórias do meu tempo por mim vividas, por mim lembradas e nunca, nunca as deixarei esquecer.

Poeta fui, tudo o que escrevi, sempre ajudado por outros que me deram a entender para que pudesse escrever, minhas mãos pegaram e me deram a força que sempre tive e o reconhecimento divino de poder escrever as obras que deixei para os mais crentes e aqueles menos crentes as pudessem ler, pudessem contar e pudessem com elas todos ficar.

Ficai agora com esta mensagem, um poema escrito por mim neste momento vos deixo com a lembrança de um dia voltar e trazer uma outra mensagem com outro poema para juntar a todos os outros que eu deixei ficar.

Fernando Pessoa, por este nome sempre fui tratado, nunca fui um bem-amado, sou eu agora lembrado por vós e por outros como vós, e não, não vou deixar passar este tempo em vão, vou dar a minha sabedoria a outros para que a possam colocar no seu devido lugar.

Aqui estou eu mais uma vez e vamos daqui para a frente dar o meu conhecimento para mostrar que deste lado ainda tenho o mesmo poder de escrever e de deixar ficar a minha obra. (061210)

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Fernando Pessoa - Poeta


Fernando António Nogueira Pessoa



Fernando Pessoa

Nasceu em Lisboa, a 13 de Junho de 1888

Morre em Lisboa, a 30 de Novembro de 1935

Filho de Maria Madalena Pinheiro Nogueira e de Joaquim de Seabra Pessoa.

Na ocasião dos cinquenta anos da sua morte, os seus restos mortais foram transladados para o Claustro do Mosteiro dos Jerónimos.